Geração de conflitos

Assino spotify, publico blog na internet, estudo inglês, sou viciado em smartphones, curto videogames, uso tênis 24 hs por dia, gravata, nem por decreto (exceto casamentos). A qual geração pertenço? A propósito, não mencionei que nasci na década de 60. Não havia internet. Aliás, não havia computador. Nem videocassete tinha. Minha vida não era um tédio na época, nem é agora! Pretendo apropriar-me do que cada época tem a oferecer. Se é nadar no riacho, então nado! Se é tecnologia, então tecnologia! Gosto do atual, contemporâneo, moderno, erudito, tudo! Aquele que quiser estacionar, dê seta, encoste no seu tempo e viva incomodado pela novidade, acomodado no conflito de gerações. O tempo não para! Anda pra frente e pra trás. Agora é futuro, o retrô é atual também, o erudito está incorporado a novas tendências. Conflito de gerações? Não. Não acredito em gerações alienadas. Conheço pessoas alienadas que promovem a geração de conflitos. Não acho que a música do meu tempo seja melhor ou pior. Tem música ruim em todas as épocas. Também tem música boa! O que eu faço com os caras que insistem em me chamar de velho? Aprendo com eles. Aos que me chamam de garoto, ensino. Não vejo os que nasceram depois de mim como inimigos. Tampouco os que vieram antes. Há um ensinamento cristão a respeito de absorver o que é bom e lançar fora o que não é. Viva bem! Não precisa ser Poliana, mas observe o antes e o depois com olhos curiosos e atentos. Você vai se surpreender com o que pode encontrar.

A geração depois da minha fala sério, sim.

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