Procurei uma mulher

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Que me fizesse feliz, satisfizesse meus caprichos, realizasse meus desejos, concretizasse meus sonhos. Encontrei uma que me ensina caminhos para a felicidade, desperta em mim novos desejos, me estimula a sonhar mais a cada dia.
Procurei uma mulher compreensiva.
Encontrei uma que me traz à luz a realidade.
Da mulher doce que procurei acabei por encontrar um sabor próprio que não me canso de degustar.
Procurei uma mulher.
Queria uma, como todo mundo quer. Que fosse especial e comum de valores.
Encontrei uma mulher única.

 

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Geração de conflitos

Assino spotify, publico blog na internet, estudo inglês, sou viciado em smartphones, curto videogames, uso tênis 24 hs por dia, gravata, nem por decreto (exceto casamentos). A qual geração pertenço? A propósito, não mencionei que nasci na década de 60. Não havia internet. Aliás, não havia computador. Nem videocassete tinha. Minha vida não era um tédio na época, nem é agora! Pretendo apropriar-me do que cada época tem a oferecer. Se é nadar no riacho, então nado! Se é tecnologia, então tecnologia! Gosto do atual, contemporâneo, moderno, erudito, tudo! Aquele que quiser estacionar, dê seta, encoste no seu tempo e viva incomodado pela novidade, acomodado no conflito de gerações. O tempo não para! Anda pra frente e pra trás. Agora é futuro, o retrô é atual também, o erudito está incorporado a novas tendências. Conflito de gerações? Não. Não acredito em gerações alienadas. Conheço pessoas alienadas que promovem a geração de conflitos. Não acho que a música do meu tempo seja melhor ou pior. Tem música ruim em todas as épocas. Também tem música boa! O que eu faço com os caras que insistem em me chamar de velho? Aprendo com eles. Aos que me chamam de garoto, ensino. Não vejo os que nasceram depois de mim como inimigos. Tampouco os que vieram antes. Há um ensinamento cristão a respeito de absorver o que é bom e lançar fora o que não é. Viva bem! Não precisa ser Poliana, mas observe o antes e o depois com olhos curiosos e atentos. Você vai se surpreender com o que pode encontrar.

A geração depois da minha fala sério, sim.

Pra sempre é muito tempo. Eternamente, não.

Iguana, Costa do Sauípe  © daniel perez
Iguana, Costa do Sauípe
© daniel perez

Ah, minhas pérolas de pensamento, rsrs. Refletindo resolvi comparar o que é pra sempre e o que é eterno. É pano pra manga, mas é divertido. De cara, imagino que pra sempre tem que começar em algum momento e nunca mais parar ou acabar. Toda vez que pensar em alguém que amo pra sempre sei que faz x anos, pois esse amor começou um dia e isso pode significar muito tempo. Já em relação a eternamente, sempre existiu. Deus é eterno, foi, é e sempre será. Quando começou? Não dá pra contar esse tempo. Aliás, não é tempo. É eternidade.

Feeling good, a cinquentona da vez!


Pois é! A música do belíssimo comercial de cerveja que está no ar há algumas semanas é uma cinquentona! A versão original foi cantada pela primeira vez em 1964 por Cy Grant no Reino Unido e por Gilbert Price na Broadway, nos Estados Unidos, em 1965. Porém, a versão Gravada por Nina Simone em 1965 para o álbum I put a spell on you tornou-se a mais conhecida. (Fonte: wikipedia)

My Fifty

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A primeira coisa que percebi quando fiz 50 foi que não senti nada. As pessoas olham pra mim como se tivesse ficado doente, impotente de uma hora pra outra, desligasse a chave da capacidade de aprendizado do cérebro. Pelamordedews! Sai zica! Justo agora que decidi adicionar coisas novas ao meu cérebro e começar a usar aquelas partes que ficam desocupadas, rsrs. Na boa, não rola sentir que a velhice chegou. E não chegou. Vasculhando superficialmente a web vi coisas assustadoras, falando de maturidade e cuidados, como se antes não precisasse cuidar da saúde e toda decisão tomada fosse inconsequente. O que vivi até aqui me ensinou atalhos que exigem menos esforço para chegar ao mesmo lugar. Ta bom, vou dar um conselho do alto da sabedoria dos meus 50. Ao que ainda não chegou: não pare! Ao que já chegou: continue! 

Projeto viva 100!

_MG_0620Quando era garoto costumava ouvir que a vida começa aos 40. Eu estaria com 10? Pré adolescente? Mmm, não! Aí a geração Y começou a envelhecer e lançou uma nova: os 40 de hoje são como os 20 de antigamente. Isso tem uma cara estranha, de quem nunca quer sair dos 20, pelo menos pra mim. Ok, vivi 50. Bem vividos. Tenho saudades de umas coisas, de outras não. Mas se quiser continuar lá atrás vou perder o que vem pela frente. Meu foco hoje? Viver os outros 50 que prometi aos meus filhos. Projeto Viva 100! Hahaha.